quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

No primeiro dia de rotativo, nada de agentes da CPTrans

Tribuna de Petrópolis - 13/12/2011

Ontem, o comerciante Paulo Pinto Góes vendeu apenas duas cartelas de talões do rotativo até as 16h
Desde ontem, as ruas Montecaseros e a 7 de Abril contam com 15 e 16 vagas de estacionamento rotativo, respectivamente. A iniciativa da Companhia Petropolitana de Trânsito e Transportes (CPTrans) visa ampliar o número de vagas em todo o Centro Histórico e dar mais segurança e conforto para motoristas e consumidores do comércio local. A companhia anunciou também que as ruas Frei Rogério e Frei Luís serão as próximas a receber marcação e fiscalização de mais 65 vagas.
Apesar das placas informando a cobrança, ontem nenhum agente da CPTrans esteve no local, segundo comerciantes. “Percebi pouca movimentação hoje (ontem) e só vendi duas cartelas (até 16h)”, declarou Paulo Pinto Góes, proprietário da Lanchonete do Paulinho, que fica na Montecaseros, número 154, e é um dos pontos de venda dos tickets do rotativo. Os outros pontos são a Lanchonete Pipo’s, localizada à Praça Oswaldo Cruz, número 20, e a banca de jornal na esquina da rua Frei Rogério, número 29.
Na lanchonete Pipo’s, Patrícia Matias reclamou. Até o final da tarde de ontem não tinha recebido os tickets que tinham sido prometidos para o início do dia. Mesmo com esses problemas, motoristas e comerciantes aprovaram a implantação do estacionamento rotativo na localidade. “Para nós ,lojistas vai ser muito bom. Tem gente que fica parado aqui o dia inteiro e atrapalha a circulação de outras pessoas. Só faltou demarcar um espaço para as vagas de motos”, frisou Valmir Dias Carius, que trabalha na Montecaseros há 20 anos.
Na placa que foi afixada nos postes das duas vias públicas consta que é obrigatório o uso do cartão para os carros estacionados. Cada hora equivale a um cartão, vendido a R$ 2. O horário estabelecido é das 8h às 19h, de segunda-feira a sábado, e fica proibido o estacionamento de motocicletas. Sem agentes no local ontem, a ordem não foi respeitada. “Só faltou colocar um período de tolerância de 15 ou 20 minutos para paradas rápidas de fornecedores e clientes”, comentou o comerciante Paulo Pinto Goés.

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